3- Livro: Reflexões filosóficas: Uma pequena introdução à filosofia

Livro: Reflexões filosóficas: Uma pequena introdução à filosofia.
Autor: Silvério da Costa Oliveira.
Você pode comprar impresso em papel no formato A5 (14,8 x 21,0 cm) o livro em sua quinta edição no site do “Clube de autores” ou diretamente no link do livro

www.clubedeautores.com.br/book/143225–Reflexoes_filosoficas

Abaixo, informações sobre o conteúdo do livro

Sumário do livro
Prefácio
Prefácio do autor
Capítulo 1
Sartre e a angústia
Capítulo 2
Comentários sobre o pensamento ético de Aristóteles
Capítulo 3
Ética e Kant
Capítulo 4
Esboço de Comentário a Kant
Capítulo 5
Kantismo no Brasil: Tobias Barreto
Capítulo 6
Comentário a Nietzsche
Capítulo 7
A Psicanálise: Sigmund Freud
Capítulo 8
Sobre a morte
Capítulo 9
Sobre o poder
Capítulo 10
Liberalismo e educação
Capítulo 11
A comunicação no Brasil de hoje
Capítulo 12
Estudo teórico sobre o sucesso literário
Capítulo 13
Aspectos gerais da Lógica
Capítulo 14
A problemática epistemológica anterior a I. Kant
Capítulo 15
Considerações filosóficas
Bibliografia

Resumo do livro Reflexões filosóficas

Este livro se apresenta como uma introdução à filosofia e psicologia destinada ao público universitário das referidas áreas ou de áreas afins, bem com, a qualquer um que tenha por característica o interesse informativo por filosofia, isto em virtude da linguagem empregada ser acessível e dos conteúdos se apresentarem numa forma crescente de informação, onde procura-se ir de um nível mais introdutório para um mais profundo.
Dentre os temas desenvolvidos temos: o pensamento de Sartre e sua relação com a angústia, a ética em Aristóteles e Kant, o desenvolvimento paulatino do pensamento kantiano expresso na Crítica da Razão Pura, o desenvolvimento do pensamento filosófico de Tobias Barreto e sua relação com I. Kant, o filósofo Nietzsche, a psicanálise de Sigmund Freud (apresentada de forma bem introdutória), a lógica moderna, além de textos sobre: liberalismo e educação, a comunicação no Brasil de hoje, estudo teórico sobre o sucesso literário, a morte, o poder, etc.
Todas as ciências que hoje conhecemos brotaram da filosofia, sendo a mesma um marco no pensamento ocidental. Podemos mesmo dizer que aprender filosofia corresponde a aprender a pensar de forma crítica e a questionar a realidade tal qual se apresenta. Num mundo conturbado como o nosso, cada vez se faz mais presente a necessidade de refletirmos sobre nossa realidade a partir da filosofia, daí o nome deste livro, Reflexões Filosóficas, o qual se propõe justamente a instigar o leitor a pensar criticamente, destinando um pequeno momento de sua existência a reflexões sobre a própria vida e o estar vivo em um contexto social.

Palavras chave: filosofia; psicologia; reflexões filosóficas; introdução à filosofia; e-book; livro eletrônico; Jean Paul Sartre; Aristóteles; Immanuel Kant; Tobias Barreto; Friedrich Nietzsche; Sigmund Freud; Silvério da Costa Oliveira; angústia; pensamento; ética; kantismo no Brasil; Psicanálise; morte; poder; liberalismo; educação; comunicação; sucesso literário; lógica; lógica moderna; problemática epistemológica;
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Resumo do capítulo 1
CAPÍTULO 1
SARTRE E A ANGÚSTIA
No presente texto se discute a angústia tomando por base o pensamento de Sartre e se elucida alguns conceitos expostos no livro “O ser e o nada”. A angústia surge como condição inerente ao ser humano a partir da liberdade e responsabilidade que este possui. Discute-se o papel social humano e sua liberdade diante das decisões tomadas. Diferencia-se o medo e a ansiedade da angústia, explicando cada um destes conceitos de forma resumida. Fala-se sobre a intencionalidade da consciência, a capacidade do ser humano nadificar algo na medida em que este consegue ver a presença de uma ausência, argumenta-se que a fonte de liberdade encontra-se na consciência e a angústia como decorrente desta liberdade.

Palavras chave: ser; nada; angústia; Sartre; Kierkegaard; Heidegger; Husserl; filosofia; existencialismo; Karl Jaspers; existencialismo ateu; existencialismo cristão; Brentano; consciência intencional; presença; ausência; nadificar; existência autêntica; existência inautêntica; má-fé.

Resumo do capítulo 2
CAPÍTULO 2
COMENTÁRIOS SOBRE O PENSAMENTO ÉTICO DE ARISTÓTELES
Argumenta-se de modo a explicar a ética segundo a concepção de Aristóteles abordando os principais temas, como por exemplo, o justo meio entre as partes devidamente equilibrado e eqüitativo. O ser humano é um ser social e político e como tal necessita da ética para melhor viver e conviver em sociedade. Não se pode ser um bom político sem antes ser-se ético. Discute-se sobre o valor moral de um ato e que este valor está associado a virtude do mesmo. Devemos em nosso proceder ético seguir um justo meio eqüitativo e nos afastarmos dos extremos, nossa maior tendência é nos aproximar do extremo mais semelhante a virtude que queremos desenvolver. Compara-se resumidamente a ética de Aristóteles com o modo como a temática é abordada em Kant e Maquiavelli.

Palavras chave: Aristóteles; ética; filosofia; ética nicomaquea; ética eudemiana; grande ética; política; justo meio; moral; Grécia antiga; Escola Peripatética; prazer; ações virtuosas; o valor; ética normativa; o Bem; a justiça; Sócrates; Platão; amizade; sociedade.

Resumo do capítulo 3
CAPÍTULO 3
ÉTICA E KANT
Analisa-se a ética desenvolvida na “Crítica da razão prática” e em outros escritos de Kant e sua fundamentação no indivíduo racional criador de máximas que tendem a se tornarem leis cuja obediência se dá pelo respeito e dever auto-imposto e não por medo de sofrer danos ou por angariar lucrar algo com o fato. Discute-se as correntes filosóficas presentes na época de Kant, como por exemplo, o Racionalismo e o empirismo e como tais correntes influenciaram o desenvolvimento do pensamento kantiano. Explica-se a resposta filosófica de Kant para o ceticismo de Hume e como Kant elabora sua metafísica problemática nos moldes de uma epistemologia. Explica-se as possibilidades de juízos sintéticos e analítico ocorrerem de modo a priori ou a posteriori. A ética de Kant se dá como uma ética do dever ser auto-imposto. Discute-se a problemática ética-moral pelo prisma objetivo e subjetivo. Devemos atentar se as máximas que guiam nosso comportamento são dignas de se tornarem leis universais da natureza. Compara-se de modo resumido a ética de Kant com a forma como o tema é abordado em Aristóteles e Maquiavelli.

Palavras chave: Kant; ética; Aristóteles; idealismo transcendental; idealismo empírico; racionalismo; Locke; Berkeley; Hume; Descartes; Leibniz; empirismo; ceticismo; física; ciência; teoria do conhecimento; epistemologia; causa; causalidade; tempo e espaço; a priori; a posteriori; juízo sintético; juízo analítico; silogismo; número; fenômeno; crítica da razão pura; moral; liberdade; experiência; mundo numênico; mundo fenomênico; imperativo categórico; Tobias Barreto.

Resumo do capítulo 4
CAPÍTULO 4
ESBOÇO DE COMENTÁRIO A KANT
Discute-se e explica-se os argumentos de Kant sobre a impossibilidade de uma prova ontológica da existência de Deus. São explicados os argumentos ontológico, cosmológico e teleológico para a existência de Deus e é apresenta a sua refutação. Explica-se os juízos sintéticos e analíticos, bem como os conceitos de a priori e a posteriori e sua relação com os nossos juízos.

Palavras chave: Kant; comentário; Crítica da razão pura; argumento ontológico; argumento cosmológico; argumento teleológico ou físico-teológico; São Tómas de Aquino; tradição medieval; Wolff; Leibniz, idealismo racionalista continental; René Descartes; Santo Ancelmo; Crítica da razão prática; física de Newton; Locke; Hume; tempo e espaço; ciências físico-matemáticas; metafísica; teoria do conhecimento; epistemologia.

Resumo do capítulo 5
CAPÍTULO 5
KANTISMO NO BRASIL: TOBIAS BARRETO
O presente trabalho tem como tema o pensamento de Kant no Brasil, como se deu e como influenciou nossa intelectualidade, atentando em particular para o segundo momento do kantismo no Brasil, com Tobias Barreto. Procuramos mostrar onde que o pensamento de Barreto e Kant se aproxima e onde o pensamento destes autores se afasta, explicando as teorias filosóficas de ambos autores.

Palavras chave: Kant; kantismo; Brasil; Tobias Barreto; epistemologia; teoria do conhecimento; metafísica dogmática; metafísica crítica; Miguel Reale; padre Diogo Antônio Feijó; Iluminismo; liberdade; ética; liberal; liberalismo; Hegel; Fichte; Schelling; Antônio Paim; filósofo de Könisberg; Recife; Culturalismo; literatura; política; Comte, Litré; França; Júlio de Castilhos; positivistas; limites auto-impostos; Cadernos de filosofia; o que posso saber?; o que posso fazer?; o que posso esperar?; categorias; literatura nacional; Escola de Recife; Ludwig de Noire; Rousseau; moral; imoral; cultura; Juízos sintéticos e analíticos; a priori e a posteriori; liberdade.

Resumo do capítulo 6
CAPÍTULO 6
COMENTÁRIO A NIETZSCHE
Abordamos o desenvolvimento da memória e consciência humanas a partir do pensamento de Nietzsche exposto no livro “Genealogia da moral”, no qual relaciona o surgimento da memória ao sofrimento imposto pelo credor ao devedor pelo esquecimento ou não cumprimento da palavra empenhada, trata-se da memória da dívida contraída. É questionado o valor dos nossos valores morais. Nossos atuais valores surgem de uma inversão de valores ocorrida no passado e estariam pautados no ressentimento e na vingança contra os nobre e fortes. O desenvolvimento da memória e da consciência humana foram pagas pela dor e sofrimento. O Estado foi fundado sobre a base do niilismo e do ressentimento, na negação dos instintos e da vida e na valorização da morte em vida.

Palavras chave: Nietzsche; Hegel; Freud; Lacan; Genealogia da moral; consciência; valor dos valores; novo homem; super homem; além do homem; niilismo; ressentimento; vingança; relação credor devedor; a besta loira; liberdade; ética; má consciência ou consciência de culpa; a origem do Estado; vontade de potência; sacerdote; bons e nobres; inversão de todos os valores.

Resumo do capítulo 7
CAPÍTULO 7
A PSICANÁLISE:
SIGMUND FREUD
O presente texto tem como objetivo esclarecer e informar sobre a Psicanálise de Freud, em particular atentando para aqueles que são iniciante no tema, alunos de cursos introdutórios a psicologia e a psicanálise. Procuramos apresentar os conceitos mais significativos da psicanálise de modo compreensível permitindo ao leitor formar uma visão ampla da teoria que o encaminhe a leitura das obras clássicas. Explicamos a primeira e a segunda tópica, inconsciente, pré-consciente e consciente em uma e ego, id e superego na outra; falamos sobre o princípio de prazer versus o princípio da realidade, sobre as pulsões de vida e as pulsões de morte, Eros e Thanatos. Discutimos a localização do Id ou Isso, a interpretação dos sonhos pelo modelo psicanalítico freudiano, os lapsos de linguagem, os chistes e outros pontos de interesse.

Palavras chave: Sigmund Freud; Psicanálise; Alfred Adler; Carl Gustav Jung; interpretação de sonhos; psicopatologia da vida cotidiana; os chistes e sua relação com o inconsciente; totem e tabu; três ensaios sobre a teoria da sexualidade, além do princípio do prazer; o ego e o id; isso; pulsões de morte ou auto-destrutivas; sexo; orgasmo vaginal e clitoriano; poder; complexo de inferioridade; arquétipos; inconsciente coletivo; ideal masculino; luta pelo poder; complexo de Édipo; complexo de Electra; linha do tempo; neurose; psicose; terapia; Melanie Klein; Escola de Viena; Internacional psicanalítica; Círculo de Viena; Psicanálise do amanhã; antropologia filosófica; literatura; psicologia; sociologia; história; desejos; recalque; repressão; censura; sonhos; processos psíquicos; vocabulário da psicanálise; Freud e seus discípulos; subconsciente; Gradiva; economia; equilíbrio dinâmico; esquecimento; conteúdo manifesto; conteúdo latente; elaboração onírica ou trabalho do sonho; realização de um desejo; guardião do sono; condensação; metáfora; deslocamento; menonímia; prazer; libido; compulsão à repetição; eu quero; fase oral; fase anal; fase fálica; fase de latência; fase genital; caráter; complexo de castração; mecanismos de defesa; chefe; pai; tribo; filhos; Breuer; sexualidade infantil; Luiz Alfredo Garcia-Roza; Ernest Jones; Laplanche; Karl Priban; Patrick Mullahy; Paul Roazen; Richard Wollheim; Clara Thompson; Max Schur.

Resumo do capítulo 8
CAPÍTULO 8
SOBRE A MORTE
O presente texto é fruto de pesquisa empírica e bibliográfica, consulta a diversas fontes bibliográficas e entrevistas a diversos profissionais que estão direta ou indiretamente vinculados a pacientes terminais (médicos, psicólogos, assistentes sociais, religiosos), visitamos alas de hospitais e cemitérios de modo a termos uma visão ampla sobre o tema. Abordamos o tema morte em uma visão histórica e religiosa, mostrando a aceitação da mesma e o desejo de ser avisado por presságios da aproximação da morte durante a Idade Média até a tentativa de ignorar e a total recusa em aceitá-la expressa pelo desejo de uma morte rápida na qual o sujeito nem saiba que morreu, tão presente nos dias atuais. Vimos a visão religiosa sobre a morte e como os profissionais de saúde e familiares lidam com o paciente em fase terminal, bem como, os sentimentos do paciente em questão, seus desejos e necessidades afetivas e as fases pelas quais passa.

Palavras chave: morte; thanatos; tanatologia; doente terminal; paciente terminal; Evaldo D’Assumpção; Roche; Diálogo médico; tabu; viver e morrer; aceitação da morte; visão cristã sobre a morte; tanatomimese; morte simulada; fingir-se de opossum; animação suspensa; psicologia da morte; Rober Kastebaum; Maria Nagy; estágio; medo; sofrimento; rejeição; Igreja; CTI; família; profissionais da saúde; eutanásia; Elizabeth Kubler-Ross; medo da morte; fases; solidão.

Resumo do capítulo 9
CAPÍTULO 9
SOBRE O PODER
Apresenta-se uma nova visão sobre o poder e uma elaboração de uma teoria conceitual para entender o poder, o que ele é e como pode ser manipulado. Analisa-se candidatos ao título de poder, tais como: fatores econômicos, dinheiro, políticos, saber, intelectuais, capital, exército, Deus, deuses, etc. Apresenta-se o poder diante de uma nova perspectiva que leva em conta o fato de o mesmo ser manipulável por alguns grupos por meio de certos instrumentos. Relaciona-se o poder as grandes massas populacionais e ao caráter inconsciente das mesmas e que as distingue do indivíduo quando só.

Palavras chave: poder; ideologia; força; massas; massa; manipulação.

Resumo do capítulo 10
CAPÍTULO 10
LIBERALISMO E EDUCAÇÃO
Procuramos apresentar de modo crítico a inter-relação existente entre as doutrinas econômicas presentes no Estado liberal e como as mesmas são perpetuadas pelas ideologias e educação. A educação na sociedade liberal ou neo-liberal é uma farsa pela qual se perpetua as desigualdades do sistema econômico e político ao mesmo tempo em que se confirma ideologias que pregam o direito de todos chegarem ao topo, ocorre que as estatísticas apontam que os filhos dos ricos tem melhores chances de seguirem a frente nos estudos e quando adultos manterem suas posições sociais enquanto que os filhos dos pobres não tem a mesma facilidade por diversos motivos e acabam quando adultos reproduzindo o papel social secundário de seus pais. A escola tende a justificar e validar as diferenças e desigualdades sociais, seu discurso é contrário a sua prática e o mar de oportunidades do neo-liberalismo esconde uma verdade nua e crua nada agradável, mascarada por ideologias que encontram na escola um forte aliado.

Palavras chave: liberalismo; educação; capitalismo; economia; escola; ideologia; Brasil; França; democracia; Europa; Mercantilismo; liberalismo econômico; doutrina liberal; história das sociedades; Escola Fisiocrática; Escola Clássica; liberdade; riqueza das nações; Adam Smith; neo-liberalismo; sociedade; futuro.

Resumo do capítulo 11
CAPÍTULO 11
A COMUNICAÇÃO NO BRASIL DE HOJE
Este texto analisa a comunicação de massa no Brasil nos últimos anos, passando pelos tempos da hiperinflação e trocas constantes de moeda até a estabilidade econômica com o Real. A veiculação ostensiva pela mídia das assim chamadas notícias ruins que vão desde seqüestros até roubo de cabelo de adolescentes em via pública nos leva a uma comunicação que muito se assemelha as narrativas sobre o maravilhoso nos contos de fada, vivemos a própria narrativa da loucura aceita e compartilhada por todos em igualdade em uma situação onde a comunicação apresenta uma situação caótica na qual há uma rápida deterioração de valores tradicionais, morais e éticos. Na prática, vivemos em um duvidoso relativismo de valores.

Palavras chave: comunicação; Brasil; hoje; atualidade; grupo social; cultura de massa; mídias; tv; rádios; jornais; revistas; man; Heidegger; hiperinflação; loucura; valores morais; dualidade; insegurança; inversão de valores; sócio-cultural; estado caótico; repressão; liberdade.

Resumo do capítulo 12
CAPÍTULO 12
ESTUDO TEÓRICO SOBRE O SUCESSO LITERÁRIO
Neste trabalho analisamos o porque de uma obra literária fazer sucesso em dada época histórica e sociedade determinada culturalmente enquanto que inúmeras outras obras passam desapercebidas. Apresentamos vários fatores determinantes do sucesso de uma obra literária, exemplos e também esquemas.

Palavras chave: sucesso literário; estudo teórico; obra literária; Conan Doyle; Sherlock Holmes; sócio-cultural; o nome da rosa; mensagem; informação; leitor; Fernão Capelo Gaivota; Nietzsche; sofrimento e prazer; polêmico; revolucionário; inovador; estilo; livro; comunicação; Jung; personalidade; Machado de Assis; Monteiro Lobato; William Shakespeare; comédia; drama; sexo; paixões; caçadores da arca perdida; marketing.

Resumo do capítulo 13
CAPÍTULO 13
ASPECTOS GERAIS DA LÓGICA
O presente artigo apresenta a lógica moderna atual, trata-se de uma exposição geral de seus principais aspectos de modo claro e sucinto.

Palavras chave: lógica; lógica moderna; Aristóteles; Idade Média; Escolásticos; Leibniz; Boole Cantor; Frege; Kant; linguagem e notação; conjunção; disjunção; negação; condicional e implicação; Quine; bi-condicional; sentenças e enunciados; falso e verdadeiro; valor de uma sentença; agrupação; consistência, inconsistência e validez; quantificadores; todo; nenhum; algum; tabelas de valores; conseqüência; regras de dedução para o cálculo setencial CS; introdução de premissas; modus pones; modus tollens; condicionalização; intercâmbio de definições; regras de inferência; lógica elementar; Mates; Diagrama de Venn; Russel; lógica aristotélica; tradução; particular; universal; Chomsky; Piaget; Skinner; Watson; caixa preta; tábua rasa; psicologia cognitiva; sentenças com sentido; declarativa; enunciado; símbolos; Leônidas Hegenberg; Seymour Lipschutz.

Resumo do capítulo 14
CAPÍTULO 14
A PROBLEMÁTICA EPISTEMOLÓGICA ANTERIOR A IMMANUEL KANT
O presente trabalho aborda os movimentos que antecederam o trabalho de Kant sobre teoria do conhecimento. Começamos nossa análise em Grécia antiga a partir da solução dada a possibilidade de termos um conhecimento fidedigno sobre a realidade diante da dicotomia entre Heráclito e Parmênides. Admite-se um continuísmo histórico no qual problemas inicialmente implícitos se tornam explícitos e são elaborados dentro das problemáticas presentes ao seu momento histórico, mas seguindo em busca de uma solução melhor e mais adequada. Dividimos a problemática epistemológica anterior a Kant em cinco momentos distintos: 1- Sócrates e Platão, 2- Aristóteles, 3- inserção da problemática oriunda do cristianismo, 4- o método como solução pelo Empirismo, Racionalismo e com o advento da ciência moderna, 5- o ceticismo.

Palavras chave: epistemologia; teoria do conhecimento; Kant; Sócrates; Platão; Aristóteles; Tales de Mileto; Anaximandro; Anaxímenes; Heráclito; Xenófanes; Parmênides; Zenão de Eléia; Anaxágoras; Leucipo; Demócrito; crenças; universais; mundo das idéias; verdade; conhecimento; potência; ato; matéria; forma; Ser; verdades de fé; Deus; realistas; nominalistas; verbalistas; conceitualistas; cristianismo; Santo Agostinho; São Boaventura; Santo Alberto Magno; São Tomás de Aquino; Juan Duns Escoto; Guilherme de Ockham; Igreja; autoridade; fé e razão; Santo Ancelmo de Aosta; René Descartes; relação; logos; discurso; Francis Bacon; Tomas Hobbes; John Locke; Jorge Berkeley; David Hume; Nicolas Malebranche; Baruch Espinosa; G. G. Leibniz; J. C. Wolff; Copérnico, Galileu Galilei; Tycho Brahe; J. Kepler; I. Newton; Jean Piaget; res-extensa; res-cogitans; entendimento; ceticismo antigo; Pirron; Sexto Empírico; probabilismo; relativismo; causalidade; liberdade; Idealismo; história; critério de verdade.

Resumo do capítulo 15
CAPÍTULO 15
considerações filosóficas
Este trabalho é uma coletânea de diversos pequenos textos que abordam temas em psicologia e filosofia, bem como literatura e outros temas de relevância social.

Palavras chave: relação terapeuta cliente; laços afetivos e emocionais; paixão; deusa Vênus; transferência; narcisismo; sexualidade; psicanálise; Freud; Adler; Jung; Psicologia Analítica; inconsciente; processo de individuação; linguagem verbal; linguagem não verbal; psicólogo; escola; Paulo Freire; Chomsky; Skinner; conduta verbal; professor; Rodolfo Bohollavsky; Brasil; América Latina; aluno; ensino; sala de aula; cuidado escola; behaviorismo; criatividade e percepção; introdução à psicologia; figura ambígua; semelhança; proximidade; simetria; continuidade; fechamento; o gene egoísta; Richard Dawkins; o Banquete; Platão; Menon; República; Sócrates; Idealismo moderno; problema ontológico; problema gnoseológico; realista moderado; Ferrater Mora; conhecimento; falácia genética; Popper; método indutivo; método hipotético dedutivo; falibilidade; falseabilidade; Teologia da Libertação; Deus; Lutero; Tomás Muntzer; literatura; poema; D. Casmurro; S. Bernardo; As cismas do destino; a Amazônia; desmatamento; extraterrestres; Planeta Terra; Atlântida e Lemúria; universo.

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